Ronaldo

Ronaldo Luiz Nazário de Lima

Nome: Ronaldo Luiz Nazário de Lima
Posição: Atacante
Idade: 34 anos

Jogos pelo Corinthians

Jogos:: 57 (somados somente os que entrou em campo).
Titular: 55, Reserva: 2
Vitorias: 30, Empates: 15 , Derrotas: 12
Cartões Amarelos: 7 , Cartões Vermelhos: 0
Gols marcados: 31, Gols contra: 0

Últimos jogos do Corinthians que disputou

Informações pessoais
Nome completoRonaldo Luís Nazário de Lima
Data de nasc.22 de setembro de 1976 (33 anos)
Local de nasc.Rio de Janeiro (RJ), Brasil
Altura1,83 m
Ambidestro
ApelidoFenômeno, Ronaldinho, R9
Informações profissionais
Clube atualBrasil Corinthians
Número9
PosiçãoCentroavante
Clubes de juventude
Brasil Valqueire
Brasil Social Ramos
Brasil São Cristóvão
Brasil Cruzeiro
Clubes profissionais1
AnosClubesJogos (gols)
19931994
19941996
19961997
19972002
20022007
20072008
2009
Brasil Cruzeiro
Países Baixos PSV Eindhoven
Espanha Barcelona
Itália Internazionale
Espanha Real Madrid
Itália Milan
Brasil Corinthians
014 000(12)
046 000(42)
037 000(34)
068 000(49)
127 000(83)
020 9)
021 000(13)
Seleção nacional3
19942006Brasil Brasil097 000(62)

1 Partidas e gols pelo clube profissional
contam apenas partidas do campeonato nacional,
atualizados até 21 de julho de 2010.

3 Partidas e gols da seleção nacional estão atualizados
até 1 de julho de 2006.

Medalhas
Jogos Olímpicos
BronzeAtlanta 1996Equipe

Ronaldo Luís Nazário de Lima, mais conhecido como Ronaldo ou também Ronaldo Fenômeno ou ainda Ronaldinho (Rio de Janeiro, 22 de setembro de 1976), é um futebolista brasileiro que atua como centroavante. Atualmente, joga pelo Corinthians.

Já era conhecido como Ronaldo no início da carreira, sendo por algum tempo chamado de Ronaldinho. O diminutivo surgiu na Copa do Mundo de 1994, quando a Seleção Brasileira foi com dois Ronaldos; o mais velho, jogador do São Paulo, tornou-se Ronaldão. Já o apelido de Fenômeno surgiu em sua arrebatadora temporada no Barcelona.[1]

É o maior artilheiro da história das Copas do Mundo com quinze gols.[2] É um dos poucos jogadores que estiveram dos dois lados de duas grandes rivalidades europeias: ele defendeu os espanhóis Barcelona e Real Madrid e os milaneses Internazionale e Milan.

Iniciou seu caminho no futebol no futsal do Valqueire Tênis Clube,[3] transferindo-se cedo para o Social Ramos Clube do Rio de Janeiro, para logo em seguida mudar-se para o São Cristóvão, também carioca. Porém foi no Cruzeiro que se profissionalizou e alcançou a fama como atleta no segundo semestre de 1993.

Foi considerado pela Revista Época um dos 100 brasileiros mais influentes do ano de 2009.[4]

Carreira

Primeiros anos

Ronaldo teve uma infância pobre, embora não miserável.[1] Apaixonado por futebol, costumava matar aulas em Bento Ribeiro para dançar no clube Valqueire Tênis Clube, perto de sua casa.[3] Chegou a tentar treinar no Flamengo, mas por não ter dinheiro para pagar as quatro conduções até a sede do time,[1] foi parar no São Cristóvão. Além de ser mais perto de sua casa, o próprio clube lhe deu dinheiro para o transporte.[5]

Aos 14 anos, teve seu passe comprado pelos empresários Alexandre Martins e Reinaldo Pitta por US$ 7.500.[1][6] O jovem, que não conseguiu treinar no Flamengo, seria 'perdido' por outros dois grandes clubes, Botafogo e São Paulo: para o alvinegro, o emprésario Reinaldo Pitta quis doar 50% do passe do jovem, que teria uma boa vitrine. Com a negativa, Ronaldo foi oferecido por 25 mil reais ao tricolor, que só quis pagar até meio centavo.[7]

Jairzinho o viu no São Cristóvão e pagou dez mil dólares pelo menino.[5] Revendeu-o para uma ex-equipe sua, o Cruzeiro. A equipe mineira ficou convencida a aceitá-lo após Ronaldo salvar-se em meio à má campanha da Seleção Brasileira sub-17 que disputou no campeonato sul-americano da categoria, em que o garoto foi artilheiro com oito gols,[8] enquanto o Brasil terminou em quarto lugar e fora do Campeonato Mundial de Futebol Sub-17 de 1993, primeira e única vez em que o time não se classificou para o torneio.

Cruzeiro e a Seleção

Foi com 16 anos que Ronaldo fez sua estreia no futebol profissional, defendendo o Cruzeiro, pelo Campeonato Brasileiro de 1993. Na Raposa, foi logo tratado como fora-de-série, sendo o primeiro atleta amador a viver na concentração dos profissionais. Antes do torneio nacional, Ronaldo havia disputado somente amistosos e partidas de nível local pelo Cruzeiro, além de acompanhar a delegação do time à Porto Alegre, onde ocorreria a decisão da Copa do Brasil, contra o Grêmio.[1]

Seu primeiro gol pelo time profissional foi marcado em amistoso contra a equipe portuguesa d'Os Belenenses, cuja torcida o aplaudiu de pé ao fim da partida. Voltou da excursão por Portugal despertando interesses italianos, recebendo a primeira sondagem da Internazionale de Milão, recusada mesmo com proposta de 500 mil dólares - uma valorização de 1000% do seu passe em cinco meses.[1] Já a primeira exibição em rede nacional de televisão foi em 7 de setembro daquele ano, em um jogo do seu clube, Cruzeiro, contra o Corinthians.[9][10]

Destaque da equipe cruzeirense naquele Brasileiro, Ronaldo marcou 12 gols no torneio nacional em 14 partidas, tendo sido o terceiro maior goleador da competição.[11][nota 1] Em uma de suas memoráveis partidas, o atacante marcou 5 gols contra o Bahia,[12] humilhando o celebrado goleiro adversário, o uruguaio Rodolfo Rodríguez, que perdeu a bola para ele em um dos gols. Jogando também na equipe júnior, foi artilheiro do Cruzeiro na Supertaça Minas Gerais e tirou o clube de um jejum de quatro anos sem vencer o rival Atlético Mineiro na categoria.[1]

Ainda naquele ano, o jovem Ronaldo sagrou-se artilheiro da Supercopa da Libertadores, com 8 gols,[13] e foi convocado para jogar na Seleção Brasileira sub-17.[6] A decisão seguinte foi a Recopa Sul-Americana, contra o São Paulo. Nela, Ronaldo teve seu primeiro grande revés como profissional: a decisão encaminhou-se para os pênaltis e Zetti defendeu a cobrança do jovem, garantindo o título aos tricolores. O ano terminou com o seu passe valendo 10 milhões de dólares.[1]

Na temporada seguinte, em 1994, Ronaldo seguiu mais uma vez como destaque do Cruzeiro. O atacante foi o artilheiro do Campeonato Mineiro, com 21 gols.[14] Logo, o jovem jogador chamou a atenção de clubes europeus e, em uma transferência de US$ 6 milhões, vai para o PSV Eindhoven (dos Países Baixos). Ronaldo deixou o Cruzeiro pouco antes da Copa do Mundo de 1994, com uma marca de 57 gols em 59 partidas.[15]

PSV Eindhoven

No PSV Eindhoven, da Holanda, Ronaldo destacou-se mais uma vez como artilheiro, tendo marcado 67 gols em 71 partidas oficiais.[15] No Campeonato Neerlandês, mesmo sem dominar a língua neerlandesa (o que lhe atrapalhava na comunicação com os colegas), foi artilheiro com 30 gols, doze a mais que o rival criado pela imprensa para ele, Patrick Kluivert, dois meses mais velho e jogador do Ajax. O Ajax, cujo forte time seria campeão da Liga dos Campeões da UEFA, acabaria campeão também da Eredivisie - o PSV terminou em terceiro.[1]

A Inter de Milão continuava a rondar - ao final da temporada, em maio, um representante sondou os dirigentes do PSV, e o próprio vice-presidente foi conversar com o jogador na véspera de um Brasil x Uruguai (em que ele marcou os dois gols na vitória por 2 x 0). Os interistas, no momento, acabaram fechando com outro membro da delegação brasileira, Caio.[1]

Ainda em 1995, seus primeiros problemas no joelho começaram a se manifestar. A primeira cirurgia ocorreria em fevereiro do ano seguinte, após uma ressonância magnética constatar inflamações nos joelhos e calcificação no direito,[1] joelho em que passou então por uma 'raspagem' na cartilagem.[6] Apesar da recomendação de passar por uma recuperação lenta, no final de abril Ronaldo já estava de volta aos campos, mas frequentando o banco. A reserva imposta pelo técnico Dick Advocaat começou a irritá-lo. Ronaldo não perdoaria o treinador após ser usado apenas nos quinze minutos finais da decisão da Copa dos Países Baixos. O torneio foi conquistado, no que seria a última partida do jovem na equipe da Philips: voltaria dos Jogos Olímpicos de Verão de 1996 já como jogador do Barcelona.[1]

Surge o 'Fenômeno'

Ronaldo cobrando um pênalti pela equipe do Barcelona contra o Paris Saint-Germain, na final da UEFA Cup Winners' Cup de 1997.

No meio daquele ano, Ronaldo transferiu-se para o Barcelona, da Espanha, por US$ 20 milhões, à semelhança de sua dupla de ataque na Seleção Brasileira, Romário, outro a sair do PSV rumo ao Barça. Ronaldo faria juz ao dinheiro gasto, fechando o ano de 1996 com dezessete gols em vinte partidas.[1] Acabaria eleito pela primeira vez o melhor jogador do mundo pela FIFA. Suas atuações lhe valeram o apelido de El Fenómeno.

A temporada 1996/97 encerrou-se sem o título espanhol, que por dois pontos ficou com o rival Real Madrid. Ainda assim, Ronaldo, artilheiro do Espanhol com 34 gols em 37 jogos, levantou a Copa do Rei e a Recopa Europeia, com gol dele na decisão contra o Paris Saint-Germain. Feliz na Catalunha, foi com espanto que divulgou-se que a Internazionale finalmente conseguira acertar com ele, pagando a multa rescisória de 32 milhões de dólares;[1] a razão teria sido a negação do presidente blaugrana Josep Lluis Núñez em aumentar o salário do atacante.

Os empresários Pitta e Martins, que pediram pelo aumento, negociaram com outras equipes italianas, dentre elas Juventus e Lazio, até fechar com a Inter. Ronaldo estava na Noruega, onde o Brasil faria amistoso contra a seleção local (perderia por 2 x 4), quando a transferência foi concretizada, e não escondeu a decepção em deixar o Barcelona. Ainda assim, declarou-se feliz com o desafio de jogar na Itália.[1] O contrato seria assinado em Santa Cruz de la Sierra, na Bolívia, onde realizava-se a Copa América.

Internazionale e as graves lesões

Foi na Inter que o fenomêno viveu uma de suas piores crises, com a contusão em 2000 contra a Lazio, e de suas melhores glórias com a conquista da Copa do Mundo de 2002.

A Inter não ganhava o Campeonato Italiano havia sete anos e Ronaldo, usando a camisa 10 (o seu característico número 9 pertencia ao chileno Iván Zamorano) não decepcionou o clube: encerrou o ano de 1997 com quatorze gols em dezenove jogos oficiais, e novamente eleito o melhor jogador do mundo pela FIFA. Ele, agora Il Fenomeno,[1] recebeu também a Bola de Ouro da France Football (a publicação francesa o ignorara no ano anterior em favor do alemão Matthias Sammer).

Na Inter, Ronaldo continou a fazer seus gols e terminaria o campeonato na vice-artilharia, com 25, dois a menos que o alemão Oliver Bierhoff, mas sendo o estrangeiro que mais gols fez em sua temporada de estreia na Serie A.[1] Entretanto, o título seria polemicamente perdido para a arquirrival Juventus, em um confronto direto em que um pênalti não-marcado de Mark Iuliano sobre ele repercutiu por semanas no país.[1] 1997/98 veria como consolação o título da Copa da UEFA.

A temporada 1998/99 começou com a sua convulsão pouco antes da final da Copa do Mundo de 1998 ainda rendendo comentários. A Inter fez um campeonato ruim e viu o outro rival, o Milan, ganhar o título. Usando finalmente o número 9 (Zamorano ficou com a camisa 1+8), Ronaldo pouco jogaria pelos nerazzurri, por diversos fatores: ora tendinite, ora compromissos com patrocinadores (Brahma, Parmalat, Pirelli e Nike[1]), ora a Seleção Brasileira. 1999/00 seria de menos partidas ainda: em jogo contra o Lecce, estourou o joelho e teria de esperar cinco meses para voltar aos gramados.[1]

Ronaldo voltou em 12 de abril de 2000, uma semana após o nascimento de seu filho Ronald, em jogo válido pelas decisões da Copa da Itália, contra a Lazio. Mal entrou em campo, seu joelho direito cedeu no primeiro drible, saindo do lugar. No dia seguinte, iniciou nova recuperação, desta vez bem mais lenta: oito meses foram inicialmente previstos, que depois resultariam em quinze. 2001 veio e Ronaldo continuou sua volta gradual e cuidadosamente. Voltou a jogar oficialmente em partida da Copa da UEFA, contra o Braov, da Romênia. Pequenas contraturas e estiramentos, entretanto, impediram-no de jogar normalmente naquele ano.[1]

A temporada 2001/02 prosseguiu com ele sendo utilizado ocasionalmente.[1] A Inter liderava o campeonato e poderia finalmente quebrar o jejum, que se arrastava já havia doze anos. Na última rodada, a adversária seria a mesma Lazio que trazia más recordações ao atacante. Acaso ou não, a Internazionale perdeu por 2 x 4 e a taça parou na rival Juventus. Substituído no decorrer do jogo, Ronaldo chorou para as câmeras.

Tempos de mudança vieram após a supreendente Copa do Mundo de 2002. Milão recebeu de braços abertos o comandante do pentacampeonato da Seleção Brasileira. Ronaldo, entretanto, começou a forçar a sua saída. A razão seria a permanência do técnico Héctor Cúper, a quem acusava de usá-lo em campo sem condições físicas. Inicialmente, Ronaldo se ofereceu à sua ex-equipe do Barcelona. Em crise, o clube catalão não podia arcar com a multa rescisória.

O rival Real Madrid então veio e, por 35 milhões de euros, o levou em 31 de agosto, quando se esgotava o prazo para as inscrições na temporada 2002/03. Ronaldo deixou a Inter tendo ganho apenas uma Copa da UEFA em cinco anos, com a torcida sentindo enorme ingratidão do brasileiro: para eles, o atacante virou Il Fuggitivo,[1] ainda mais em função de que outra razão para a saída seria a insatisfação do jogador em receber menos que os colegas Christian Vieri e Álvaro Recoba.

Real Madrid

Pelo Real Madrid, assim como foi ídolo, também foi muito criticado pela forma física, longe da ideal.

Estreou no clube merengue em partida contra o Alavés. Marcou duas vezes em vitória por 4 x 2. Apesar da ótima estreia, sofreria com vaias nos jogos seguintes, em decorrência da frequência apenas razoável de gols, e também pelo fato de que seus substitutos contumazes - Fernando Morientes, Guti e Javier Portillo - costumarem marcar nos poucos minutos em que tinham em campo. Substituições, por sinal, frequentes: nos 35 primeiros jogos em que fez pelo Real, saiu no decorrer de 22 partidas.[1]

Mesmo eleito pela terceira vez o melhor jogador do mundo pela FIFA ao final de 2002, as vaias só sossegaram após sua grande atuação contra o Manchester United, na Liga dos Campeões da UEFA. Na casa do adversário, em Old Trafford, Ronaldo marcou três vezes na derrota por 3 x 4, que classificou o time às semifinais.[16] Entretanto, novamente a Juventus apareceu-lhe: o clube italiano acabou eliminando os blancos nas semifinais. A frustração foi compensada com o título espanhol, o primeiro campeonato nacional em que Ronaldo saboreou conquistar. O troféu, disputado acirradamente com a Real Sociedad, foi garantido com vitória sobre o Athletic Bilbao com dois gols dele, que, com 23 tentos, foi o artilheiro da Liga.

Ronaldo foi a terceira contratação dita galáctica do time madrilenho: os dois primeiros foram seu ex-colega de Barcelona, Luís Figo, em 2000; e o francês Zinédine Zidane, em 2001. O clube reunia ainda as estrelas mundiais Raúl e Roberto Carlos. A temporada de 2003/04 começou com um novo galático, este em que o peso das receitas de marketing eram assumidamente maiores do que o da técnica: David Beckham.[17]

O estelar elenco acabaria naufragando nos torneios: ficou apenas em quarto no Espanhol, perdeu a decisão da Copa do Rei para o fraco Real Zaragoza e, na Liga dos Campeões da UEFA, caiu ante ao futuro vice-campeão Monaco. O jejum continuou na de 2004/05 e 2005/06; para piorar, foram temporadas em que o rival Barcelona conseguiu o título espanhol em ambas, além da Liga dos Campeões da UEFA na segunda.

2006/07 começou sem Florentino Pérez, responsável pelas contratações galáticas, na presidência, e com o clube preocupando-se em voltar aos títulos. Ronaldo passou a ser sombreado pela contratação de Ruud van Nistelrooy.[18] Sem espaço, constantemente criticado pelo seu peso, Ronaldo decidiu deixar o Real no decorrer da temporada. Acertou sua volta à Milão, mas não na Internazionale e sim em um rival: o Milan.

Milan

O Milan tinha poucas condições de vencer o Campeonato Italiano: iniciara a competição com oito pontos negativos, como punição do envolvimento do clube no que ficou conhecido como Calciocaos, escândalo de manipulação de resultados. Na Liga dos Campeões da UEFA, Ronaldo não poderia jogar: o regulamento impedia que um mesmo jogador defenda duas equipes diferentes, e ele já havia atuado pelo Real. Acabaria assistindo das tribunas os colegas vencerem o torneio. No Milan, ele voltou a deixar crescer os cabelos, em uma forma de diferenciar-se dos tempos de Internazionale, onde ostentava uma careca bem raspada.

A estrutura do clube rossonero permitiu-lhe descobrir que possuía hipotireodismo, razão de sua engorda. Ronaldo tratou o problema e iniciou a temporada 2007/08 cinco quilos e meio mais magro.[19] O Fenômeno também formou um trio com os compatriotas Kaká e Alexandre Pato denominado Ka-Pa-Ro.

A promissora temporada, entretanto, acabaria para ele em 13 de fevereiro de 2008, no jogo contra o Livorno. Após substituir Gilardino no segundo tempo, Ronaldo, em sua primeira participação no jogo, acabou se lesionando na hora de um salto, saindo de campo em seguida chorando, em uma noite que relembrou a ocasião em que lesionou o joelho contra a Lazio, em 2000.[20]

A temporada 2007/08 encerrou com ele parado e desligado do Milan, que decidiu não renovar com ele.

Treinamento no Flamengo

Após sua saída do Milan, Ronaldo manifestou algumas vezes o desejo de defender o Flamengo, do qual é torcedor declarado. O craque chegou a treinar no clube da Gávea a partir de setembro[21] para recuperar-se da cirurgia no joelho. Já havia sido sondado pelo time do coração no início do ano, quando o Flamengo estava fazendo propostas para a Libertadores da América.[22] Na ocasião, porém, as conversas não prosseguiram.

Já vários dias no treinamento do Flamengo, ao que parecia ele voltaria ao futebol europeu, onde havia boatos de sua contratação pelo Manchester City,[23] da Inglaterra, e o Paris Saint-Germain,[24] da França.

Ainda em sua passagem pelo Flamengo, Ronaldo viu mais uma vez seu nome estampado nos principai tablóides e jornais, porém dessa vez ligado a um escândalo. Na madrugada de 28/04/2008, Ronaldo se envolveu em uma confusão com travestis. O travesti André Luis Ribeiro Albertino, conhecido como Andréa Albertini (morto em 9 de julho de 2009, em decorrência da AIDS), acusou o jogador de não ter pago por um programa feito em um motel da Barra da Tijuca, zona oeste do Rio. Este fato marcou o fim do noivado com Maria Beatriz Antony.

Corinthians

Ronaldo com o presidente do Brasil, Luís Inácio Lula da Silva, em Brasilia, 2 de Julho de 2009.

A princípio, o interesse do Corinthians na contratação de Ronaldo foi tratado como algo impossível no Parque São Jorge. Em uma reunião para falar sobre a permanência do atacante Morais na equipe corintiana, também empresariado por Fabiano Farah, o assunto Fenômeno surgiu na pauta. Após vários dias treinando na Gávea e sem receber nenhum projeto para ficar no clube,[25] Ronaldo acertou a sua volta ao Brasil depois de 14 anos[26] pelo Corinthians.[27][28] Em 9 de dezembro de 2008, o anuncio da contratação do Fenômeno foi feito pelo presidente corintiano Andrés Sanchez através do site oficial do clube.[29][30][31] Em 12 de dezembro, a diretoria organizou uma festa pela chegada do jogador no clube com a presença de torcedores no Estádio Alfredo Schürig.[32] Ronaldo assinou oficialmente o contrato em 17 de dezembro.[33] O atacante receberia o valor fixo de R$400 mil mais valor no patrocínio da camisa do clube, onde 20% seriam do patrocinador principal e 80% de manga e calção.

Durante os primeiros dois meses no Corinthians, Ronaldo realizou trabalhos físicos para que pudesse ter condições para retornar aos gramados. Aos poucos, o jogador começou a treinar junto aos demais atletas do elenco corintiano[34] e aumentavam as expectativas para sua reestreia no futebol brasileiro.[35]

No dia 4 de março de 2009, Ronaldo fez seu retorno ao futebol em partida contra o Itumbiara pela Copa do Brasil. O jogador, que começou o jogo entre os reservas, jogou por vinte e sete minutos durante o segundo tempo.[36][37]

Contra o Itumbiara na Copa do Brasil de 2009, Ronaldo entrou aos 32 min. do 2º tempo e fez sua estreia pelo Timão.

Na partida seguinte, no clássico contra o Palmeiras, em 8 de março de 2009, pelo Campeonato Paulista o técnico Mano Menezes novamente deixou Ronaldo entre os reservas e o colocou durante o segundo tempo. E aos 47min do segundo tempo, o 'Fenômeno' marcou seu primeiro gol como jogador do Corinthians (de cabeça, após cobrança de escanteio realizada por Douglas), gol este que assegurou o empate contra a equipe palmeirense.[38][39] O gol foi assunto em vários portais de notícias em todo o mundo.[40] Três dias depois, em sua terceira partida após seu retorno ao futebol, contra o São Caetano, Ronaldo foi escalado pela primeira vez como titular. Além de jogar durante mais de 80 minutos, o atacante marcou o gol da vitória corintiana.[41][42]

Na campanha do Corinthians no Campeonato Paulista, Ronaldo mostrou-se um dos principais jogadores da equipe, mesmo muito acima do seu peso ideal, tendo marcado oito gols em dez partidas que disputou,[43] e novamente chamou a atenção internacional por suas atuações destacadas, especialmente na segunda partida da semifinal contra o São Paulo[44][45][46] e na primeira partida da decisão contra o Santos.[47][48][49][50]

Jogando com a camisa do Corinthians, Ronaldo foi campeão logo nos dois primeiros campeonatos que disputou: Campeonato Paulista 2009 e Copa do Brasil 2009. Além dos resultados esportivos, a parceria entre Ronaldo/Corinthians rendeu também fora de campo onde o valor de patrocínio do clube chegou a R$30 milhões de reais, maior valor pago a um clube brasileiro.[51] Apesar de toda repercussão, o 'Fenômeno' segue acima do peso e fora de sua melhor forma.

Seleção Brasileira

O início

Ronaldo recebeu as primeiras convocações para as seleções de base do Brasil quando ainda estava no São Cristóvão. Foi artilheiro do Campeonato Sul-Americano de juniores na Colômbia, em 1993,[1] sendo o único destaque individual do time que terminou apenas em quarto lugar e fora do Campeonato Mundial de Futebol Sub-17 de 1993.[8] Recebeu a primeira chance na principal em março de 1994, às vésperas da Copa do Mundo naquele ano, em jogo contra a Argentina.

Foi usado também em amistoso contra a Islândia em maio, o último antes da convocação a ser feita pelo técnico Carlos Alberto Parreira. Ronaldo marcou um dos gols na vitória por 3 x 0 e foi incluído pelo treinador entre os 22 convocados, desbancando o experiente Evair. Já nos Estados Unidos, entretanto, não agradou a Parreira nos treinamentos, e foi deixado de lado. Na decisão, muitos já pediam pelo garoto de dezessete anos, o mais jovem daquele mundial, mas Parreira preferiu chamar do banco Viola.[1]

Ainda assim, o jogador, campeão sem jogar, já despertava certezas de seu potencial. Enzo Bearzot, técnico da Itália na vitoriosa Copa do Mundo de 1982, já o chamava de 'fenômeno',[1] e o pensamento geral era de que o garoto triunfaria na Copa seguinte. Um ano depois, Ronaldo conseguiu seu primeiro troféu com a Seleção principal, em um torneio amistoso organizado pela Umbro entre as Seleções cujos uniformes eram feitos pela empresa britânica. Ele marcou um dos gols no 3 x 1 contra a Inglaterra, em pleno Wembley, na decisão.[1] Em 1995, ainda sem espaço, integrou o grupo que disputou e perdeu a Copa América daquele ano, para o anfitrião Uruguai.

Já como seu lugar Seleção, retornou com a delegação brasileira aos Estados Unidos, agora para participar das Olimpíadas de 1996. Devido à recuperação da lesão que lhe tirara lugar no PSV, Ronaldo foi poupado da partida inaugural, com o técnico Zagallo escalando Sávio em seu lugar. Como o Brasil vergonhosamente perdeu para o Japão, foi escalado como titular já no segundo jogo.[1] Nos Jogos de Atlanta, Ronaldo marcaria cinco gols e seria um dos poucos poupados [1] quando o Brasil caiu nas semifinais perante a Nigéria, restando um bronze decepcionante.

Como a grande estrela

Um ano depois, agora uma estrela mundial, vindo de grande temporada no Barcelona, Ronaldo jogou a Copa América de 1997 e voltou campeão, com cinco gols marcados, jogando contra a anfitriã, a Bolívia, na altidude de La Paz (em que ele marcou uma vez na vitória de 3 x 1). Pouco depois, participou ativamente do primeiro título do Brasil na Copa das Confederações de 1997. Todavia, tinha de conviver em meio à conquista com um séquito de jornalistas à caça de sua imagem, tirando-lhe bastante espaço, tranqulidade e calma.[5] Um ano depois, sendo o principal personagem e referência da seleção - ainda mais após o corte de Romário -, jogou pela primeira vez uma Copa do Mundo.

O mundial da França prometia ser a sua consagração. Ronaldo, que foi ao torneio como duas vezes o melhor jogador do mundo pela FIFA, marcou cinco vezes: um contra o Marrocos (3 x 0), na primeira fase; dois contra o Chile (4 x 1), nas oitavas; um contra a Dinamarca (3 x 2), nas quartas; e um contra os Países Baixos (1 x 1), nas semifinais, tendo ainda acertado a sua cobrança na decisão por pênaltis nesta partida. Tudo isso a despeito de sofrer com lesões na perna (que ele tratava com analgésicos), agravadas na partida contra o Marrocos; na Copa de 1998, Ronaldo deu arranques curtos seguidos por períodos de quase apatia em campo. A mídia também não ajudava: durante o torneio, mais de mil jornalistas andavam atrás do astro, bem como os patrocinadores.[5]

Horas antes da decisão, contra a anfitriã França, Ronaldo foi abatido por uma misteriosa convulsão, diagnosticada desde como estresse até como ataque epilético. Deixou o hospital onde foi levado apenas 75 minutos antes da partida. Vendo que seu principal jogador não tinha condições de jogo, Zagallo optou por escalar Edmundo em seu lugar, mas o próprio Ronaldo apareceu, a 40 minutos do início da partida, declarando-se apto, o que dividiu o grupo entre aqueles que defendiam não mais alterações na escalação, já divulgada, como aqueles que queriam a inclusão do Fenômeno entre os finalistas titulares.[5]

Ronaldo mal andou em campo, apenas observando os franceses ganharem por 3 x 0 e levarem pela primeira vez a Copa. O assunto continuou a render por muito tempo, sendo abordado até quando Ronaldo foi chamado a comparecer em uma CPMI, em 2001.[1] Uma provável causa foi os altos níveis de estresse decorrentes da pressão exercida pela imprensa, patrocinadores e da torcida brasileira, que esperava muito dele.[5]

Como na Copa de 1998, na Copa América de 1997 e nas Olimpíadas de 1996, marcou outros cinco gols na Copa América de 1999, dois deles contra os rivais Argentina (2 x 1, quartas-de-final) e Uruguai (3 x 0, decisão). Afastado dos jogos da Internazionale devido ao joelho estourado, acabou não chamado para a Copa das Confederações de 1999, em que o Brasil perdeu o título para o México. Seguidas lesões no joelho, a mais grave em 2000, foram lhe afastando também da Seleção.

Renascendo para a Seleção e o futebol

Fachada do prédio Oberbaumbrücke na Berlin-Kreuzberg, retrada Ronaldo e Ronaldinho com a camisa da seleção.

Sem ritmo de jogo e com uma imensa cicatriz no joelho direito, foi ainda assim chamado para a Copa do Mundo de 2002 por Luiz Felipe Scolari. Depois de dois anos, voltou a jogar pela Seleção em março, em amistoso contra a Iugoslávia. Voltou a marcar no final de maio, contra a Malásia.[1] A Copa veio e o Fenômeno ressurgiu, marcando oito vezes, deixando de anotar um tento apenas contra a Inglaterra. A artilharia do mundial incluiu os dois gols na decisão, contra a Alemanha.

A campanha na Copa foi determinante para que ele voltasse a ser levado seriamente, bem como para que recebesse pela terceira vez o prêmio de melhor jogador do mundo pela FIFA, ao final do ano. Ronaldo voltou a ser intocável na Seleção, o que incluiu regalias dadas pelo técnico Carlos Alberto Parreira, que o dispensava de competições menos priorizadas, costumando chamá-lo apenas para as Eliminatórias para a Copa do Mundo de 2006. Quatro anos se passaram sem que Ronaldo disputasse algum torneio pelo Brasil, só sendo chamado por conta do mundial da Alemanha. Na ocasião, ele já não era a maior estrela do Brasil, e sim seu xará e fã Ronaldinho Gaúcho, com quem compunha o 'Quadrado Mágico', ao lado de Kaká e Adriano.

Na Copa, o país apresentou um futebol decepcionante. Ronaldo foi ao torneio longe da melhor forma física. Ainda assim, demonstrou lampejos de craque, marcando três vezes. O terceiro deles, que o fez ultrapassar o alemão Gerd Müller e tornar-se, com a soma de quinze gols, o maior artilheiro das Copas do Mundo, surgiu em bela jogada individual em que driblou o goleiro de Gana. A partida, válida pelas oitavas-de-final, terminou com vitória canarinha por 3 x 0 e abriu esperanças de uma revanche contra a França de Zinédine Zidane, carrasco do mundial de 1998 e colega de Ronaldo no Real Madrid.

Os brasileiros, entretanto, jogaram apaticamente contra os franceses, e Zidane exibiu sua melhor forma, chegando a realizar um drible de chapéu em Ronaldo. O Brasil terminou eliminado ali e o Fenômeno foi um dos crucificados pela interrupação do sonhado hexacampeonato, não sendo mais chamado pela Seleção desde então.

Polêmica

Na madrugada do dia 28 de abril de 2008, Depois de uma festa na Barra da Tijuca, na zona oeste do Rio de Janeiro, na qual comemorava uma vitória do Flamengo, Ronaldo passou pela orla] da Barra, e chamou o travesti André Luiz Ribeiro Albertini, conhecido como Andréia Albertini, a quem levou para o motel Papillon. A eles se juntaram ainda outros dois travestis. Ainda no motel o travesti decidiu chantagear Ronaldo.[52]

No fim do ano passado, o caso chegou aos tribunais. Andréia foi acusada formalmente por extorsão contra o jogador. Em 3 de outubro de 2008 o apartamento em que morava Albertini pegou fogo, morrendo um travesti que era sua colega de quarto.[53] Adréia Albertini morreu no início de julho de 2009 devido a meningite na cidade de Mauá.[54]

Estatísticas

Até 21 de julho de 2010.

Clubes

ClubeTemporadaCampeonato
nacional
Copa
nacional
Competições
continentais¹
Outros
torneios²
Total
JogosGolsJogosGolsJogosGolsJogosGolsJogosGols
Brasil Cruzeiro19931412121018224444
Total1412121018224444
Países Baixos PSV Eindhoven199495333012233635
199596131231562119
Total464243795754
Espanha Barcelona199697373458754947
Total373458754947
Itália Internazionale1997983225431164734
199899191430612815
19990073100083
20000100000000
2001021071050167
Total6849932279959
Espanha Real Madrid2002033123101274430
200304322473944831
2004053421101034524
200506231421202715
200607712142134
Total127831353716177104
Itália Milan2006071470000147
20070862000062
Total2090000209
Brasil Corinthians20092012831083823
2010117393177
Total2113837319115530
Total na Carreira333242392292503733501347

¹Na categoria Continental estão incluidos jogos da Copa Libertadores da América, UEFA Champions League e UEFA Cup Winners' Cup
²Na categoria Outros torneios estão incluidos jogos do Campeonato Mineiro e Campeonato Paulista

Seleção Brasileira

Ano
JogosGols
199441
199563
199645
19972015
1998105
1999107
200000
200100
20021211
200383
2004116
200551
200675
Total9762

Gols em Copa do Mundo

Estão listados abaixo os quinze gols que tornaram Ronaldo o maior artilheiro de todas as edições da Copa do Mundo FIFA. Foram quatro gols em 1998, oito em 2002 e três em 2006. Em 1994, Ronaldo foi convocado mas não chegou a entrar em campo.

#DataLocalAdversárioPlacarResultadoEdição
1.16 de junho de 1998Stade de la Beaujoire, Nantes, FrançaFlag of Morocco.svg Marrocos10301998
2.27 de junho de 1998Parc des Princes, Paris, FrançaFlag of Chile.svg Chile30411998
3.27 de junho de 1998Parc des Princes, Paris, FrançaFlag of Chile.svg Chile41411998
4.7 de julho de 1998Stade Vélodrome, Marselha, FrançaPaíses Baixos Países Baixos10111998
5.3 de junho de 2002Munsu Cup Stadium, Ulsan, Coreia do SulFlag of Turkey.svg Turquia11212002
6.8 de junho de 2002Jeju World Cup Stadium, Seogwipo, Coreia do SulFlag of the People China40402002
7.13 de junho de 2002Suwon World Cup Stadium, Suwon, Coreia do SulFlag of Costa Rica.svg Costa Rica10522002
8.13 de junho de 2002Suwon World Cup Stadium, Suwon, Coreia do SulFlag of Costa Rica.svg Costa Rica20522002
9.17 de junho de 2002Kobe Wing Stadium, Kobe, JapãoFlag of Belgium (civil).svg Bélgica20202002
10.26 de junho de 2002Saitama Stadium, Saitama, JapãoFlag of Turkey.svg Turquia10102002
11.30 de junho de 2002Estádio Internacional de Yokohama, Yokohama, JapãoBandeira da Alemanha Alemanha10202002
12.30 de junho de 2002Estádio Internacional de Yokohama, Yokohama, JapãoBandeira da Alemanha Alemanha20202002
13.22 de junho de 2006Westfalenstadion, Dortmund, AlemanhaFlag of Japan.svg Japão11412006
14.22 de junho de 2006Westfalenstadion, Dortmund, AlemanhaFlag of Japan.svg Japão41412006
15.27 de junho de 2006Westfalenstadion, Dortmund, AlemanhaFlag of Ghana.svg Gana10302006

Títulos

Cruzeiro
  • Copa do Brasil: 1993
  • Campeonato Mineiro: 1994
PSV Eindhoven
  • KNVB Cup: 1996
Barcelona
  • Supercopa de España: 1996
  • Copa del Rey: 1997
  • UEFA Cup Winners' Cup: 1997
Internazionale
  • UEFA Cup*: 1998

* Atual UEFA Europa League

Real Madrid
  • Mundial Interclubes: 2002
  • La Liga: 2003, 2007
  • Supercopa de España: 2003
Corinthians
  • Campeonato Paulista: 2009
  • Copa do Brasil: 2009
Seleção Brasileira
  • Copa do Mundo da FIFA: 1994 e 2002
  • Copa América: 1997 e 1999
  • Copa das Confederações: 1997
  • Olimpíadas: Medalha de bronze em 1996

Prêmios individuais

Ronaldo ganhou pela revista France Football o troféu a Bola de Ouro em 1997 e 2002
  • Melhor jogador do mundo pela FIFA em 1996, 1997 e 2002
  • Segundo melhor jogador do mundo pela FIFA em 1998
  • Terceiro melhor jogador do mundo pela FIFA em 2003
  • Chuteira de ouro em 1997
  • Melhor jogador da Europa pela revista Onze de Oro em 1997 e 2002
  • Melhor jogador na final do Mundial Interclubes em 2002
  • Melhor jogador do mundo pela revista World Soccer em 1996, 1997 e 2002
  • Troféu Bravo em 1997 e 1998
  • Bola de ouro pela revista France Football em 1997 e 2002
  • Melhor jogador da Copa do Mundo pela FIFA em 1998
  • GoldenFoot em 2006
  • Melhor jogador do Campeonato Paulista em 2009
  • Brasileiro do Ano, pela Revista Isto É: 2009

Artilharias

  • Supercopa Libertadores de 1993 (12 gols)
  • Campeonato Mineiro de 1994 (23 gols)
  • Campeonato Neerlandês de 1994/95 (30 gols)
  • Campeonato Espanhol de 1996/97 (34 gols)
  • Copa América de 1999 (5 gols)
  • Copa do Mundo de 2002 (8 gols)
  • Campeonato Espanhol de 2003/04 (25 gols)
  • Maior artilheiro da história das Copas do Mundo (15 gols em 4 edições): 1994 (não jogou), 1998 (4 gols), 2002 (8 gols) e 2006 (3 gols)

Notas

  1. Ronaldo fez apenas dois gols a menos que Guga do Santos

Outros Atacantes que atuam ou atuaram pelo Corinthians

O que você acha do Ronaldo no Corinthians?

  • Caracteres restantes: 1000
  • 415º. wanderon

    oq eu acho do ronaldo no corinthians a pra ele num tem nem palavras para dizer porq oq esse cara fez pelo corinthians e pela selecao brasileira e sensacional entao so digpo uma coisa o ronaldo sem pre sera e e o idolo do corinthians e do brasil tanbem e para esses pessoal q nao acreditam q ele possa dar a volta por cima olha o passado dele e ver por quantas dificuldades ele passou pelas as lesoes nos joelhos e superou entao o ronaldo eo cara ele tem uma coisa que se ouve muinto dizer ele e brasileiro e nao desiste nunca e ele e o nosso idolo e sempre sera um abraco pra vc guerreiro e batalhador flw se alguem quiser manter contato aqui esta meu email w-andersoncorinthians@hotmail. com

    08/09/2010
    16h49
    Responder
  • 414º. wanderon

    ronaldo boa sorte hoje contra o atletico q vc faça pelo menos um gol pra fiel firmeeza e que deus o ajude a nao desistir do fuiebol boa sorte fielnomeno

    08/09/2010
    16h38
    Responder
  • 413º. Bruno

    VAZAAAAAAAAAA SEU TRAVEQUEIRO DE MERDA!!!
    VC ENVERGONHA O TIMÃO COM A SUA FALTA DE PROFISSIONALISMO!!!!
    A MAIOR PROVA Q VC NAO VALE DE NADA EH NOSSA CAMPANHA NO BRASILEIRAO, QDO VC NAO JOGA O TIME GANHA E JOGA MUITO BEM....CO MVC EM CAMPO O DESEMPENHO DA EQUIPE CAI MUITO!!!

    08/09/2010
    11h16
    Responder
  • 412º. G. Gomes

    seu mané,então pq vc não vai lá jogar melhor que ele seu bosta... ele pode tá acima do peso q ele sempre vai ser o melhor.. FDP

    marlon 06/09/2010
    11h21

    a pior contratação de todas por q historia ñ ganha jogo e ele ja foi agora ñ é mais ronaldo muito ruim

    Responder
    07/09/2010
    14h08
    Responder
  • 411º. elias teixera gorgonha

    Ronaldo oque falar dele sinplismente tudo para fiel e para mim ele e o melhor atacante do mundo e senpre vai ser!
    um dia quero realizar mais um sonho q e tirar uma foto do lado dele.
    o melhor do mundo RONALDO.

    06/09/2010
    14h48
    Responder
  • 410º. marlon

    a pior contratação de todas por q historia ñ ganha jogo e ele ja foi agora ñ é mais ronaldo muito ruim

    06/09/2010
    11h21
    Responder
  • 409º. rodrigo1

    Dale ronaldoo
    força pq sei q vc é capaz..vamos pra cima vc tem meu apoio..
    fenomeno so ronaldoo..crack so ronaldo artilheiro das copas so ronaldo..vamuss parceiro forçaaa

    03/09/2010
    16h25
    Responder
  • 408º. Well

    Ronaldo sou seu fã, só que você tem que jogar assim não dá.
    Como vai ganhar rito de jogo?
    Confesso: Não sei se vc continua sendo atleta ou passa ser definitivamento do dep MARKENTING.
    Jogou domingo / contra o vitoria e agora que era para dar continuidade.
    Te respeito e jamais vou te criticar mais não entendo certo tpos de decisões.
    O time depende de você uma não temos ataque outra você e um atacante que impoe respeito, agora se não der mais pare não podemos ficar quanto com você sem condições de jogo.
    Não quero ver você parando agora, mais se não der pare e melhor para você e para as pessoas que te adimiram.

    03/09/2010
    12h19
    Responder
  • 407º. fabioejerferson

    ronaldo vc é meu idulo faz u gol no sabado contra o goais

    02/09/2010
    11h30
    Responder
  • 406º. Fernanda

    Parabéns Ronaldo!
    Cada dia mais você mostra que apesar de tudo você consegue dar a volta por cima! e independente de qualquer coisa você tem provado que exelente jogador você é! você pode jogar mais um dia ou mais dez anos e sempre estará entre os melhores!
    continue assim!te admiro muito
    e a torcida corinthiana se orgulha de você!

    01/09/2010
    00h23
    Responder

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